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Criamos empresas para mudar o mundo

23/08/2018

A cidade escolhida para a Escola Internacional de jovens da EdC edição 2018 foi Tocancipá na Colômbia. O encontro aconteceu dos dias 6 a 10 de agosto. Jovens e empresários da América Latina se reuniram para compartilhar esse estilo de vida que girou em torno do tema:  “Criamos empresas para mudar o mundo”.

A introdução do programa ficou por conta do empresário Galo Pozo Almeida do Equador, que provocou os participantes com a máxima de que a Economia de Comunhão não assegura sucesso, mas direciona, como uma bússola para alcançar as melhores práticas. Galo esteve acompanhado de Luis Fernando Ramirez empresário e Professor da Colômbia, Vittorio Pelligra, Empresário e Professor de Economia na Itália, Vicente Guerra Peña empresário da Colombia, Pablo Salazar e Matias Cerviño, empresários da Argentina.

Durante toda a programação da escola ficou clara a importância do compartilhamento das experiências, por meio delas se torna possível viver a cultura da comunhão. Os organizadores acertaram no formato, a Escola teve um ritmo bastante equilibrado entre palestras, workshops, desafios em grupos, almoços abertos ao diálogo com os empresários e até mesmo a visita a Escola Sol Nasciente, que vive a filosofia EdC desde seu nascimento, no encerramento da semana.

A mensagem final ficou por conta do Papa Francisco, em seu vídeo da conferência com alguns representantes da Economia de Comunhão no mundo em fevereiro de 2017e. Em seu discurso vale destacar as provocações sobre o comportamento que agentes de Economia de Comunhão são convidados a adotar no dia a dia:

Em relação ao dinheiro: Não fazer dele a finalidade das ações. Compartilhar sempre.

Em relação a pobreza: Não se deve somente cuidar das vítimas, mas criar um novo sistema para que não existam vítimas.

Em relação ao futuro: Ser fonte de reciprocidade, é preciso criar novos bens. O sistema econômico entende de filantropia. Mas a juventude precisa primeiro de alma, de esperança, de vida e então depois de tudo isso, o dinheiro.

E por fim o apelo: “Façam comunhão com ALEGRIA”

Por Katyusia Meurer