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ODS8: como as empresas EdC contribuem para o trabalho decente e o crescimento econômico?

30/04/2021

No Dia do Trabalho, relembramos o ODS8 da Agenda de 2030: Trabalho digno e crescimento econômico.

Neste dia 1º de maio, celebramos uma data antiga que relembra a luta pelo trabalho digno e humano para todas as pessoas: o Dia do Trabalho. Foi neste mesmo dia, em 1886, que a classe trabalhadora se encaminhou às ruas de Chicago (EUA) para protestar contra jornadas exaustivas diárias – chegando até 17 horas – e à favor de uma carga horária de 8 horas de serviço e melhores condições de serviço. 

Apesar de 135 anos já terem se passado, a pauta permanece atual. Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) contemplou como 8º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS8), o “Trabalho Digno e crescimento econômico”, na Agenda 2030.  

A Economia de Comunhão abraça a Agenda de 2030 e leva em sua cultura a responsabilidade de agir em prol do respeito, da dignidade e da igualdade no ambiente de trabalho. De fato, está na nossa cultura valorização da pessoa como centro do processo produtivo e a redução da pobreza. 

Nesse sentido, convidamos empresários e empresárias da Anpecom para compartilhar conosco como a cultura da EdC contribui para que suas empresas coloquem em prática o ODS 8. 

 

Direito à todas e todos

Aureo Shizuto Cinagawa é médico em Londrina (PR) e conheceu os princípios da EdC há 10 anos, através de encontros que eram promovidos para empresários. Segundo ele, ser EdC é ver no outro, um irmão que nos concede a oportunidade de crescer. 

“Independente de qualquer regime, ideologia, raça ou credo é essencial manter ofoco no ser humano; beneficiar todos os envolvidos de uma cadeia produtiva desde sua origem, desde o processamento até o consumidor final; e fomentar os talentos, as qualidades e potencialidades  promovendo a felicidade,  o sorriso e o bem estar”, afirma.

A visão de Cinagawa está interligada aos tópicos 8.5 e 8.8 do ODS8, que dizem respeito alcançar a remuneração igual para trabalho de igual valor e a proteção dos direitos trabalhistas, entre outras pautas.

Já a empresária Eliana Toledo, relembra a importância de um relacionamento saudável no ambiente de trabalho. “Significa me relacionar  com  o  cliente,  fornecedor ou colaborador; procurando me colocar no seu lugar; como gostaria de ser atendida,  recebida e respeitada! São os pilares: atenção, acolhida e dignidade!

 

O poder da formação

Dados levantados pela Síntese de Indicadores Sociais, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que 82,3% dos jovens de 15 a 29 anos que nunca frequentaram a escola estavam sem ocupação em 2019. A expectativa com o surgimento da pandemia da Covi-19, é que este número hoje seja muito maior, dado a perda de 7,8 milhões de postos de trabalho no primeiro ano de pandemia. 

ODS8

Para o empresário Alexandre Caixeta, a formação profissional dos jovens é uma prioridade.

Para lutar contra este panorama e fornecer oportunidade aos jovens, o empresário Alexandre Caixeta, sócio da Empresa Bem Melhor, conta que a empresa oferece o primeiro emprego para jovens. “Oferecemos capacitação e formação, tais como em cursos especializados de programação de computadores, aumentando significativamente a sua empregabilidade. Cumprimos nosso papel de empresários: a empresa cresce à medida que desenvolvemos nossos colaboradores. Nós acreditamos nisso”, complementa.

Assim como Cinagawa, Toledo e Caixeta, centenas de empresários e empresários adeptos à cultura da Economia de Comunhão pelo mundo buscam fomentar nossos valores e transformar os ambientes de trabalho em espaços de confiança e de igualdade de direitos.

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